5 Dicas sobre o Registro de Imóveis.





Se você está comprando um imóvel, registrá-lo em seu nome faz parte da lei, além de garantir a posse!






Depois de toda a pesquisa e empenho para achar o imóvel dos sonhos, e procurar e definir a melhor opção de financiamento. Ainda existe mais um obstáculo para você morar em sua nova casa, o registro de imóveis.

Basicamente, o registro de imóvel serve para reconhecer legalmente o proprietário do imóvel, sendo necessário atualização mediante a venda da casa ou apartamento em questão. 

O grande problema é que, para registrar um imóvel, é necessário uma série de processos burocráticos, desde a escolha do cartório até o pagamento de taxas. 

Dentre essas taxas, encontra-se o ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis), que representa o maior investimento nesse sentido. No final de todo o processo, registrar um imóvel apresenta um custo de até 5% do valor total da casa ou apartamento.

Veja a seguir, as cinco dicas principais sobre o Registro de Imóveis.

1. Saiba que o comprador arca com os custos do registro:

Todos os custos referentes ao registro de imóvel, suas documentações e trâmites, devem ser realizados pelo comprador, embora o vendedor também tenha que apresentar documentação atualizada para o andamento do processo, segundo os órgãos competentes brasileiros.

2. Guarde uma quantia antes de finalizar a compra:

Muitos compradores não sabem da necessidade de gastos para registrar um imóvel e são pegos de surpresa. Muitas negociações são interrompidas e até mesmo canceladas em virtude desse problema.

Por isso, além do valor da compra, reserve uma quantia referente a 5% do valor total do imóvel que está sendo comprado, que é o investimento médio para o registro.

3. Tenha os documentos necessários:




Tanto o vendedor quanto o comprador devem apresentar documentos para o registro do imóvel acontecer. A seguir, confira a documentação necessária.






Comprador:

Cópia de documento de identificação.
Cópia do CPF.
Cópia do documento de estado civil.

Vendedor:

Cópia de documento de identificação.
Cópia do CPF.
Recibo de pagamento do IPTU em dia.
Recibo de pagamento dos demais impostos cobrados pelo município ou estado.

Vale lembrar que o cartório tem permissão para pedir outros documentos, caso entenda necessário. Nesta situação, o próprio órgão emite uma nota devolutiva detalhando os documentos necessários.

4. Não esqueça que a escritura não vale, sem o registro de imóvel:

Por mais que comprador e o vendedor já tenham formalizado a escritura, a mesma não garante a posse do imóvel sem a efetivação do registro. A escritura serve para formalizar a vontade das partes envolvidas e garantir que o imóvel está livre de qualquer problema com a Justiça e o Judiciário.

Em outras palavras, o registro de imóvel é indispensável e único para realmente fechar o negócio.

5. Procure um despachante imobiliário:

Logicamente, todo esse processo de documentos, trâmites e outras dificuldades traz um grande problema para o comprador. Os despachantes imobiliários atuam para facilitar todo esse desenvolvimento, oferecendo o auxílio necessário e se encarregando de agilizar tudo. Um despachante imobiliário é maior garantia de tranquilidade.

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Fonte: Como Comprar um Apartamento

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